Capela Santo Alberto Magno e Nossa Senhora das Graças

Santo Alberto Magno, professor de Tomás de Aquino e Doutor da Igreja.
Nossa Senhora das Graças, aparição Mariana revelada a Santa Catarina de Labouré
Rua Caapora, 149, Cidade Seródio
Festa da Padroeiro: 15 de Novembro
Missas:
Domingos, às 07h e às 19h
Quartas, às 20h
Sextas, às 07h
*Confissões:
Sextas, das 15h às 18h
Sábados, das 10h às 12h
*Confirme na Secretaria*

Santo Alberto Magno, OP (Albertus Magnus – Ordo Prædicatorum, Ordem Dominicana) , também conhecido como Alberto de Colônia, Bispo de Regensburg e Doutor da Igreja, foi um Frade Dominicano que tornou-se famoso por seu vasto conhecimento e por sua defesa da coexistência pacífica da ciência e da religião. Ele é considerado o maior filósofo e teólogo alemão da Idade Média, e foi o primeiro intelectual medieval a aplicar a filosofia de Aristóteles no pensamento cristão.

Nasceu na Baviera, possivelmente no ano de 1193 ou 1206, numa família militar que desejava para Alberto uma carreira militar ou administrativa. Mas, após concluir os seus estudos em Pádua e em Paris, optou por seguir um caminho sacerdotal, entrando na Ordem de São Domingos. Devido à sua crescente fé em Deus e em Jesus Cristo e à sua dedicação à Ordem, foi promovido a superior provincial e mais tarde, nomeado Bispo pelo Papa.

Alberto dominava bem a Filosofia e a Teologia (matérias em que teve Tomás de Aquino como discípulo) e mostrou também grande interesse em ciências naturais ao ponto de dispensar, com a autorização do Papa, o episcopado, para continuar a prosseguir os seus estudos e a sua investigação com tranquilidade. Ocupou-se em várias áreas de conhecimento, como mecânica, zoologia, botânica, meteorologia, agricultura, física, química, tecelagem, navegação e mineralogia. Ele inseriu estes conhecimentos no seu caminho único de santidade, afirmando que a intenção última dele era conhecer a ciência de Deus. As suas obras escritas encheram 22 grossos volumes e exemplificou como viver com equilíbrio e graça a fé que não contradiz a razão.

Morreu em Colônia, no ano de 1280, proclamado Doutor da Igreja e Patrono dos cultores das ciências naturais.